domingo, outubro 17, 2021
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Segundo o professor e vereador Ivamberg, Feira já recebeu vacinas para profissionais de educação, mas não começou a imunização da classe

Feira de Santana estaria recebendo vacinas exclusivas para a imunização de professores, mas ainda não teria aplicado nenhuma dose nestes profissionais. Quem suspeita é o vereador Professor Ivamberg (PT), presidente da Comissão Especial de Combate ao Coronavírus criada pela Câmara Municipal.

Segundo o parlamentar, a afirmação está fundamentada em informações passadas pelo secretário de Saúde da Bahia, Fábio Villas-Boas. Ele disse que o gestor estadual, questionou, em uma audiência concedida, recentemente, à Comissão da Casa da Cidadania, onde estariam as vacinas dos professores de Feira de Santana. De acordo com Ivamberg, Villas-Boas afirmou que doses “já estão sendo enviadas para cá, se não já foram”.

O vereador salientou, ainda, que a capital baiana e a cidade de Juazeiro já iniciaram a imunização dos docentes. “Ao chegar à faixa etária de 60 anos, é preciso incluir os professores. Feira vai incluir quando? Temos que iniciar uma campanha Vacina Sim e pedir ao prefeito e ao secretário de Saúde do Município que liberem”, propôs.

A Associação dos Professores Licenciados do Brasil – Secção da Bahia (APLB-BA) anunciou, para esta segunda-feira (3), uma carreata pelas ruas da cidade. O objetivo é fazer uma série de reivindicações, dentre as quais, a inclusão da categoria no próximo grupo prioritário a ser vacinado.

Ivamberg fez, também, um esclarecimento sobre a quantidade de doses liberadas pelo Governo da Bahia para Feira de Santana, até o momento. Diferentemente do que alguns especulam, disse ele, a Secretaria de Saúde da Bahia não estaria repassando menos do que Feira de Santana teria direito.

Ele explicou que as doses dos imunizantes são distribuídas pelo Ministério da Saúde ao Estado, que, por sua vez, faz o repasse aos municípios, conforme os grupos prioritários e respectivas quantidades de pessoas. Sendo assim, ele ressaltou que o governo federal é que não está adquirindo e distribuindo número suficiente de vacinas.